Taxa de rejeição do Analytics não é algo necessariamente ruim

Se você usa Google Analytics, certamente já visualizou em seu painel um indicador chamado taxa de rejeição. O nome naturalmente indica se tratar de algo negativo. Ser rejeitado nunca é bom.

Mas, afinal, o que significa essa métrica? É simples: significa que um usuário entrou no seu site, visitou apenas uma página e foi embora. A própria página de suporte do Google traz essa definição:

“A taxa de rejeição é a porcentagem de visitantes que acessam somente uma página antes de sair do site.”

A pergunta-chave é: por que o usuário visitou somente uma página?

Pode ser por um problema técnico, de design, navegabilidade, ausência ou ineficiência do conteúdo buscado ou qualquer outro fator negativo.

Mas essa evasão pode se dar também por um fator positivo. É comum, por exemplo, um usuário encontrar as informações desejadas e encerrar a navegação por ali mesmo. Essa situação é comum em acesso à página por meio de links compartilhados em redes sociais ou enviados por newsletter ou e-mail marketing.

Recomendação
O ideal é você, como gestor de conteúdo, ter claro o que espera do seu leitor. Se desejar que ele navegue pelo site, é importante que a taxa de rejeição seja baixa. Não existe um parâmetro definitivo, mas é comum especialistas falarem em 45% ou menos. Se, no entanto, você esperar que o usuário consuma o conteúdo e ponto final, é natural esperar que a taxa de rejeição alcance 70% ou até mais.∞

Cassio Politi

Sobre o autor: Cassio Politi é fundador da Tracto. Implantou programas de content marketing em empresas do Brasil e em multionacionais. Autor do primeiro livro em língua portuguesa sobre content marketing, publicado em 2013, é o único sul-americano a compor o seleto júri do Content Marketing Awards. Desde 2016, é palestrante em eventos no Brasil e no Exterior, normalmente apresentando cases bem-sucedidos de seus clientes.