
“O Google sabe os sites que você procura, o Google sabe as notícias que você lê, o Google sabe as imagens que você busca, o Google conhece seus grupos de interesse, o Google sabe o que você compra, o Google sabe que anúncios chamam sua atenção… o Google sabe onde você mora… o Google está no seu computador e no seu telefone, o Google sabe que livros você lê e que filmes você assiste, o Google sabe quem são seus amigos… o Google sabe tudo sobre quem visita o seu site, o Google vê as suas imagens, o Google ouve as suas conversas, o Google lê os seus emails… Você está preocupado com a sua privacidade ou somente feliz pelas bênçãos recebidas?”
A preocupação de Nemo Nox, blogueiro pioneiro, num texto de quase dez anos, serviu de inspiração para o tema central do nosso podcast, que você ouve logo abaixo.
Crenças eternas
Em seu site corporativo, o Google tem o saudável hábito de listar suas crenças. O curioso é que elas foram elaboradas quando o Google era um projeto recém-nascido.
E aqui está a lista das dez verdades do Google. Você concorda com todas? Questiona alguma?
- Concentre-se no usuário e tudo mais virá.
- É melhor escolher uma coisa e fazê-la muito bem.
- Rápido é melhor que devagar.
- A democracia funciona na Web.
- Você não precisa estar em sua escrivaninha para precisar de uma resposta.
- É possível fazer dinheiro sem fazer o mal.
- Sempre haverá mais informações.
- A busca por informações cruza todas as fronteiras.
- É possível ser sério sem usar terno.
- Excelente ainda não é o suficiente.
Quem cuida do conteúdo?
Entre dez estatísticas pinçadas pelo site Kapost, uma se destaca: 86% das empresas com alta performance em content marketing têm um profissional dedicado à estratégia de conteúdo. Outro dado interessante: 56% dos profissionais que gerem conteúdo utilizam algum tipo de gerenciador de workflow (fluxo de trabalho).
2015 em diante
A pesquisa Digital Trends Briefing 2015 apontou que experiência do consumidor, content marketing e mobile são as tendências mais fortes e em maior crescimento para este ano. O gráfico abaixo mostra a mais emocionante oportunidade em 2015 (barra azul) e nos próximos cinco anos (laranja). Curiosamente, personalização e big data são oportunidades com otimismo maior para o futuro do que para o presente. E, mais uma vez, social media pinta como uma onda passageira.

O estudo, que ouviu mais de 6 mil profissionais de marketing e internet, foi feito em parceria pelo site E-Consultancy com a Adobe. Esses resultados sugerem que uma marca precise muitas vezes reunir quatro ou cinco agências de comunicação, cada qual cim a sua especialidade específica, e criar uma só mensagem.
Na agência X Comunicação, de São Paulo, Viviana Toletti pensa as mídias apoiadas em quatro pilares: paga, espontânea, social e própria.
Como ouvir“No mundo ideal, as quatro agências sentam e fazem uma criação conjunta. Mas no mundo real o grande perigo mora aí. Vem a agência de PR e fala que as mensagens são tais e que o caminho é esse. Mas se sabe que na paralela está se desenhando uma campanha publicitária para alguma das marcas e que vai haver um conceito próprio. É aí que está o desafio: adequar o meu planejamento de PR a essa campanha para que a mensagem seja verdadeira.”
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