Linkedin pode gerar 4 vezes mais tráfego para site do que Facebook ou Twitter

O Linkedin se posicionou nos últimos anos como uma poderosa ferramenta de oferta e busca de empregos. A rede social de caráter profissional, no entanto, vem se tornando uma poderosa plataforma de compartilhamento de conteúdo. Um ambiente para as marcas compartilharem conhecimento, informação útil e conteúdo relevante.

Um infográfico de autoria da Gryffin reuniu dados, análises e dicas de especialistas em Linkedin. Para quem produz conteúdo, alguns tópicos merecem destaque:

  • De todo o tráfego gerado para um site por meio de redes sociais, o Twitter é responsável, em média, por 14% das visitas e o Facebook, por 17%. O Linkedin supera ambos: 64%.
  • Poucas empresas usam as páginas de showcase. Mas deveriam: elas costumam proporcionar duas vezes mais seguidores no Linkedin do que as páginas básicas de marca.
  • Os usuários podem seguir separadamente cada página de showcase. Uma marca pode ter até dez dessas páginas ― é uma forma de segmentar o público.
  • É recomendável criar grupos focados em assuntos específicos, nos quais a marca seja especializada.
  • A leitura de estatísticas dos grupos permite refinar os anúncios e, ainda, ajudam bastante na criação de personas.
Nicole Williams

Nicole Williams, especialista em carreiras no Linkedin

A norte-americana Nicole Williams, expert em carreiras e no uso do Linkedin, faz a seguinte comparação entre redes sociais:

“Não é como Twitter ou Facebook, em que números são o nome do jogo. Não é uma competição por popularidade. As pessoas vão presumir que o interesse de você nelas é profissional”.

Crescimento
O Linkedin tem 277 milhões de usuários atualmente. Está disponível em 200 países e em 20 idiomas. A cada segundo,dois novos perfis são criados. Em expansão, a empresa tem uma meta ousada: chegar a 3 bilhões de usuários. É o triplo da marca alcançada hoje pelo Facebook, a mais popular rede social. Quer saltar dos atuais 187 milhões de visitantes únicos para 500 milhões em 2020. O plano de crescimento inclui o Brasil. No ano passado, a empresa iniciou suas operações no País.

Acompanhando a explosão dos dispositivos móveis, o Linkedin recebe 41% das visitas de dispositivos móveis.∞

Linkedin pode gerar 4 vezes mais tráfego para site do que Facebook ou Twitter

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